Super resistente: estudo afirma que coronavírus sobrevive até 28 dias em certas superfícies

E o mistério do coronavírus continua. Europa está à beira de fechar tudo de novo, e agora vem essa: o vírus é campeão de resistência!

Um estudo australiano conseguiu medir uma resistência recorde do novo coronavírus, o Sars-Cov-2. A sorte é que apenas em condições especiais de laboratório.

A principal fonte de contágio, destacam os estudos, continua sendo o contato próximo entre as pessoas.

Em superfícies como o vidro dos celulares, em aço e em notas de dinheiro, o novo coronavírus resistiu por até 28 dias!! Ou seja, em materiais que tocamos constantemente.

Mas não há motivo de tanto alarde pelo menos por 3 razões:

  • Uma é que o experimento foi conduzido em condições ideais de laboratório: escuridão total e temperatura constante de 20 graus.
  • E outra porque tocar em objetos infectados não se mostrou como a principal fonte de contágio na epidemia.
  • Por fim, a carga viral encontrada nas várias superfícies após 28 dias era muito pequena, insuficiente para causar infecção.

Um outro “achado” da pesquisa é que o calor é de fato mal tolerado pelo vírus. Quando os pesquisadores colocaram as superfícies contaminadas em 40 graus, todos os vestígios do microrganismo desapareceram em 24 horas. Ou seja, no calor de 50 graus do Brasil, agora com a chegada do verão, a esperança é que esse vírus desapareça!

Previna-se

Como dito, o contágio principal continua sendo entre pessoas e por via aérea: ficar perto de alguém infectado, inalando sem perceber as gotículas de sua saliva.

Portanto, use máscara! Ela vem se revelando em meio aos mistérios do vírus, ser a melhor forma de prevenção juntamente com o distanciamento social e a lavagem frequente das mãos.

Ainda resta saber quanto tempo dura a imunidade de quem pegou o vírus, e o porquê alguns pegam gripezinha enquanto outros precisam de internação e outros não resistem e morrem.

Tampouco está claro o papel que desemprenham fatores como idade, sexo, estado de saúde na resistência ao vírus e no desenvolvimento da doença (Covid-19).

Os dados deste estudo foram publicados na revista científica Virology Journal.

Fonte: https://www.greenme.com.br

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